A encoxada que a gente não vai esquecer

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O que não vai faltar é tese pra tentar explicar o que aconteceu ontem, no México. Pra mim, mais do que qualquer outra coisa, faltou futebol. O Tigres foi superior na maior parte dos dois confrontos e mereceu ganhar. Simples assim.

Fomos envolvidos por uma equipe muito bem montada, não conseguimos sair da pressão, não conseguimos atacar e tomamos um rodião a noite inteira.

Não vou entrar na análise individual de cada jogador porque aí a gente fica até amanhã aqui. E vamos combinar que hoje não é dia pra muito papo.

Poderia ter sido mais, como disse o Sóbis. O fato é que o Tigres fez lá o que o Inter não conseguiu aqui enquanto esteve superior: aqui nós tonteamos mas não matamos. Lá, eles tontearam, torturaram e nos mataram sem dó nem piedade. Inapelavelmente.

Perdemos o jogo e a vaga. Só espero que não tenhamos perdido o rumo.

Sábado tem a Ponte Preta. E a vida precisa continuar.

 

Te dedico, Colorado.

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Soletti

Publicitário, gostaria de ter sido congelado na década de 90. Em 42 anos de vida, viveu dois momentos mágicos: o dia 17 de dezembro de 2006 e o choro convulsivo da filha de 5 anos quando foi ameaçada pelo Papai Noel de ganhar uma camiseta do Grêmio no Natal.

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