Inter 0 x 1 Juiz e Brasil de Pelotas

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E aí que o colorado do Noveletto e a sua FGF igualmente colorada colocaram um juizinho mergente de merda pra apitar o jogo. Resultado: apatifou a partida aos 33 minutos, se perdeu e deu a merda que deu. Vou lançar uma maldição pra esse bosta aí: vai passar a vida inteira apitando jogo com aquele CR DieMentz ridículo na altura da piroca, seu cu de aipim.

MARCELO LOMBA. Era dois minutos de jogo e ele já tava fazendo uma baita defesa e salvando o Inter. Mas aí o juizinho palhaço cagou, o Ruan cagou, o Dourado cagou e foi só lomba abaixo. Mais duas boas defesas no segundo tempo e um aviso pro amiguinho Danilo Talibã: eu tô aqui. NOTA 6

RUIN. Em 33 minutos de jogo, fez de tudo: errou passe, foi envolvido pelo BRUNO COLLAÇO, fez falta, tomou amarelo e também um vermelho. Só não jogou futebol. NOTA 1

DANILO SILVA. Não comprometeu. O que, pra Danilo Silva, já é um certo avanço. Vai melhorando aos poucos. Talvez, até dezembro já esteja pronto pra ser um bom reserva. NOTA 5

THALES. A origem da expulsão do Ruin foi uma mangolice dele ali na esquerda. Se não tivesse cagado, a bola não teria sobrado pro atacante deles e o Ruin não teria feito a falta. Passou o resto do tempo correndo atrás dos atacantes do Brasil. Hoje nem o papai nem a gente viu ele fazer alguma coisa que prestasse. Sigo acreditando que Thales bom era o Thales Pan Chacon. NOTA 4

IAGO. Precisa urgentemente treinar cruzamento. Não pode se basear no Uendel, porque o Uendel não joga nada. Hoje ficou devendo. NOTA 4

CHARLES. Entrou na primeira do campo e ficou correndo atrás dos atacantes do Brasil. NOTA 4

MANGOLÃO DOURADO. Hoje foi aquele eterno bobinho zé ruela que passa umas duas horas no meio da roda, só correndo atrás da bola mas não conseguindo encostar nela. Sem falar que a cagada que deu origem ao gol delas foi obra do nosso amiguinho aí. Não tá conseguindo jogar na primeira do meio campo. Imagine na segunda. NOTA 1

MARCINHO QUE NÃO É O CAGANEIRA MAS É COMO SE FOSSE. Nada no primeiro tempo. No segundo, no único sopro de jogada, tropeçou e caiu constrangedoramente feito um saco de jabuticaba mole. NOTA 1

PATRICK. Foi o cara que teve alguma luz pra jogar hoje. Mas era uma luzinha fraca de lanterna (beijo, Renato!) Algumas tentativas e era isso. NOTA 5

CAMILO. Outro cidadão que é super dimensionado: torcida pede, parte da imprensa pede. Mas hoje, com 7 minutos de jogo, já tinha batido dois escanteios com a força de uma lesma tetraplégica. Com essa bolinha cagada e sem força nas pernas, o cabelinho de estopa não pode reclamar da reserva nem do Botafogo. O de Fagundes Varela, claro. NOTA 1

ROGER. A única chance colorada em todo o jogo foi dele. Fora isso, passou o tempo inteiro bancando o galinho de rinha. NOTA 4

CLAUDIO WINCK. Atualmente é um dos jogadores mais irritantes do elenco. Erra passe, erra cobrança de falta, erra lateral, erra marcação. Só não erra mesmo o saco da torcida colorada. Desse ele judia e muito. NOTA 1

WILLIAM POTTKER. Conseguiu a proeza de tomar um amarelo ainda de colete. E, por incrível que pareça, esteve muito melhor de colete do que no campo. Hoje não jogou porra nenhuma. NOTA 1

JUAN. Entrou faltando 15 minutos, assim que o Odair se deu conta de que o time já tava sem um armador há meia hora. SEM NOTA

ODAIR HELLMANN. Mal de novo. Começou com Dourado na segunda do meio campo, ficou quase que o segundo tempo inteiro sem marcador com a saída do Camilo no intervalo. Aí, pra coroar o bolinho de fezes com aquela cereja de chorume, coloca o Juan, finalmente. Mas tira o Roger. Aí, coube a todo o torcedor colorado enfiar o dedo indicador da cada mão no rabo e rasgar. Já tá na hora de começar a se coordenar e parar de fazer algumas experiências que ele já deveria saber que não funciona. Tipo o Dourado na segunda do meio campo ou jogar sem armador. Te liga, Odair. Teus créditos tão acabando tão rápido quanto a credibilidade do UFC. Teu time não pode passar 90 e poucos minutos e só dar um chute a gol. NOTA 1

 

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Soletti

Publicitário, gostaria de ter sido congelado na década de 90. Em 42 anos de vida, viveu dois momentos mágicos: o dia 17 de dezembro de 2006 e o choro convulsivo da filha de 5 anos quando foi ameaçada pelo Papai Noel de ganhar uma camiseta do Grêmio no Natal.

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